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MONTE SIÃO, M.G., Brazil
SOU EDUCADOR FÍSICO REGISTRADO NO CREF-SP. TRABALHO COM ACADEMIAS, AVALIAÇÃO FÍSICA, TREINAMENTO PERSONALIZADO, TREINAMENTO FUNCIONAL E TREINAMENTO PARA LUTADORES, SOU IDEALIZADOR DO PROJETO CULTURAL "GAKKOU NO BUDO" AULAS DE JUDO/KARATE, PARA CRIANÇAS DO ENSINO INFANTIL 3 A 7 ANOS.

ESPORTE PARA: TODOS X MELHORES

Segundo Moser a formação que os educadores físicos costumam recebem não busca levar o esporte para todos, “Infelizmente as faculdades e universidades não formam os professores para isso. A cultura que temos do esporte, leva muito para trabalhar com os melhores, e a educação tem que ampliar esse olhar para todos”.

As faculdades não formam educadores que incluem, e sim que selecionam os melhores, diz Ana Moser.

Em passagem por Três Lagoas, para o lançamento oficial do Centro de Referência Esportiva de Três Lagoas (CRE), Ana Beatriz Moser, um dos grandes símbolos do voleibol feminino do Brasil, disse em entrevista para o Jornal do Povo, que no país a prática esportiva ensinada pelos professores, não buscam incluir todos, e sim selecionar os melhores.

Ana é presidente do Instituto Esporte & Educação, que atua há 15 anos, em 22 estados e mais de 60 municípios, de maneira contínua. A entidade atende a crianças e adolescentes em atividades esportivas e sócio-educativas, promovendo a formação de professores e estagiários, que desenvolvam a metodologia do esporte educacional.

Segundo Moser a formação que os educadores físicos costumam recebem não busca levar o esporte para todos, “Infelizmente as faculdades e universidades não formam os professores para isso. A cultura que temos do esporte, leva muito para trabalhar com os melhores, e a educação tem que ampliar esse olhar para todos”.

Conforme explica Ana, a ideia do IEE é disseminar a metodologia para professores e estruturas educacionais para atender a todos, e não atender só os melhores. “Temos que garantir o direito de todos, um direito constitucional previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca). Para conseguir alcançar esse objetivo é preciso de adequação, metodologia. Porque o esporte ensinado em busca ou para os talentosos, não é o mesmo do esporte para todos”.

A presidente ressaltou “Dessa forma o IEE funciona para quebrar esses paradigmas, e buscar incluir pessoas pelo esporte, pela educação, com o olhar de atendimento para todas as crianças”.
O IEE oferece para os 150 professores que participam do Centro de Referência Esportiva de Três Lagoas, formação continuada mensal, com duração de dois a três anos. Ajudando a desenvolver e qualificar a pratica de esporte nas aulas de educação física, nas escolas e espaços como CRE e em outros espaços públicos.

Outro ponto destacado por Ana foi à falta de atividades motora, que cada vez menos, são praticadas pela população, “Vivemos hoje com um baixo nível de atividade motora praticada. As crianças não sabem brincar, ou quando brincam só usam computadores, tablets e eletrônicos, deixando de lado as atividades esportivas. Um mal das cidades grandes que agora atingem as cidades menores”.

“É comprovado que a prática motora desenvolve questões cognitivas, socioafetiva, autoconhecimento, autoestima, melhora as notas nas escolas, e proporciona uma série de benefícios que só tem quem faz. Porém nos últimos anos estamos tirando isso das escolas e da vida dos jovens, tem que reintroduzir, e essa é a nossa estratégia, voltar a trazer atividades motora”.

Há dois anos a Ana Moser vêm a Três Lagoas para acompanhar o desenvolvimento do CRE da cidade, “Aqui temos o diferencial de oferecer várias modalidades, saindo da monocultura do futebol, isso é muito positivo”.

FONTE:
JP News

CUIDADO COM OS MERGULHOS EM AGUA FRIA

O coração muito acelerado, músculos contraídos e o organismo muito preocupado em manter a temperatura estável. É isto que acontece ao corpo nos mergulhos em água fria.

E eis que chega a hora de entrarmos pela primeira vez na água do mar, prontos a estrear a época de férias deste ano. Costuma ser um momento quase solene, que celebra o verão e alivia o calor. A questão é que essa pode não ser uma ideia muito saudável, como explica o El País.

Olhando para os termómetros podemos entender porquê. A seguir à absorção de oxigénio, a prioridade do organismo humano é manter a temperatura corporal a 36,5ºC. Se a mínima variação deste valor consegue pôr o corpo em alerta, imagine quando decidimos entrar num ápice na água do Oceano Atlântico, que costuma estar a apenas a 19ºC. Principalmente se assumirmos que a temperatura ambiente no verão pode alcançar os 40ºC.

O que acontece? A pele retrai, os músculos contraem e o sangue concentra-se. Tudo isto na tentativa de manter a temperatura do corpo, conforme descreve o catedrático especialista em Física Aplicada, Antonio Ruiz de Elvira. Estas reações são da responsabilidade do sistema nervoso, que envia sinais de alerta por todas as partes do corpo e que o avisa de que deve estar atento a uma agressão do exterior, conforme explicado no livro “Medicina do exercício físico e do desporto para a atenção à saúde”.

Gordon Giesbrecht é outro investigador que se dedica ao estudo da imersão do corpo humano na água. E também ele enumera as reações corporais quando mergulhamos no mar frio: a inspiração que somos obrigados a fazer para mergulhar conduz a uma hiperventilação duas vezes maior do que a respiração normal. Depois, entramos em vasoconstrição. Ou seja, o coração acelera.

E estes dois investigadores não são os únicos a deixar alertas. De acordo com um estudo da Universidade de Portsmouth, 2% das pessoas experimenta arritmias quando o corpo entra em água fria. A percentagem sobe para 82 quando mergulhamos, imergindo tronco, membros e cabeça.

É também devido à diferença para com a temperatura corporal que não devemos entrar dentro de água durante a digestão: o choque térmico influencia a digestão e pode prejudicá-la, causando paragens graves.

Quando decidimos atirar-nos para dentro de uma piscina, por norma não estamos a colocar a saúde em risco. Mas se submetermos o corpo a temperaturas muito baixas sem que estarmos preparados para isso, o arrefecimento repentino pode trazer problemas: quanto maior a diferença de temperatura entre o corpo e a água, mais perigoso se torna o mergulho. Mas tudo isto depende também das características físicas – género, tamanho e configuração do corpo.

O melhor mesmo é desejar que este ano a água da praia esteja mais perto da temperatura das águas do Caribe e pensar positivo. Afinal, nem tudo é mau. A água fria tem benefícios para a saúde: estimula o organismo e a mente, reduz a fadiga e alivia a dor muscular. É por isso que costuma ser usada nas terapêuticas com atletas de alta competição.

FONTE:
Observador (Portugal)

O PAPEL DO WHEY PROTEIN NA NUTRIÇÃO DO CICLISTA

Um dos suplementos mais visados pelos atletas, de forma geral, é a Whey Protein. Um composto protéico extraído do soro do leite, utilizado para impulsionar os níveis de força e aumentar o ganho de massa muscular. 

Tem como característica a boa digestibilidade, alto valor nutritivo e são capazes de elevar os níveis de aminoácidos plasmáticos rapidamente após a sua ingestão, proporcionando inúmeros benefícios à saúde. 

Os BCCAs - aminoácidos com uma particularidade em sua composição física e atuante nas funções de: energia para contrações musculares, retardamento da fadiga central e catabolismo, aumento do rendimento e dos níveis plasmáticos de glutamina, compõem os músculos esqueléticos sendo importantes para os atletas, uma vez que, diferentemente de outros aminoácidos essenciais, são metabolizados diretamente no tecido muscular e são os primeiros usados durante períodos de exercício e treinamento de resistência, com a função de reabastecer os níveis reduzidos de proteína e começar a corrigir e reconstruir o tecido muscular magro. 



A nutricionista Maria Luisa Bellotto, especializada em nutrição esportiva pela Universidade de Barcelona, na Espanha, falou um pouco mais sobre esse composto, há muito considerado o Padrão Áureo da proteína. 

Esses suplementos devem ser utilizados regularmente. Suas proteínas são digeríveis e rapidamente absorvidas, muito conveniente às situações de estresse oxidativo, uma situação gerada pela prática de atividade física. Importante para o sistema imunológico, pois atuam como fonte de energia muscular durante o estresse metabólico, disse Maria Luisa. 
Alguns autores relacionam a utilização da Whey Protein com o retardo na ocorrência de fadiga, proporcionando condições de aumento no rendimento esportivo, pois provocam a diminuição do uso dos estoques de glicogênio muscular, beneficiando o desempenho do atleta.

Os componentes da proteína do soro do leite incluem basicamente a beta-lactoglobulina, alfa-lactalbumina, albumina de soro bovino, lactoferrina, imunoglobulinas, enzimas, lactose e minerais. 

A proteína do soro do leite existe na forma concentrada ou isolada e hidrolisada, podendo haver diferentes graus de hidrólise e são de fácil digestão. Os concentrados de proteína do soro podem ter um teor de proteína variando de 34% a 80% e os isolados de proteína do soro contêm teor de proteína acima de 90%, ressaltou a nutricionista, lembrando da necessidade de o atleta realizar uma avaliação física, além de consultar um nutricionista.

A Whey Protein é indicada a ser consumida após a atividade física e quando a dieta é insuficiente em proteina animal. Uma alimentação tipica do brasileiro fornece a quantidade necessária destes aminoácidos, encerrou Maria Luísa. 

FONTE: 
Prólogo

MEL, FONTE DE ENERGIA PARA OS CICLISTAS

Cansou do gel energético? O mel pode ser uma boa pedida para manter o ''pique'', antes ou depois dos treinos.

Por Luciana de Oliveira e Lenycia Neri - Ter energia (de sobra) antes, durante e depois de um treino ou prova faz toda a diferença na vida de qualquer corredor. Por isso, é comum o uso de sachês de carboidrato ou gel energético para dar aquela forcinha extra. Mas, você sabia que o mel possui função semelhante e pode ser (ainda) melhor? 

O mel é uma fonte ideal de carboidratos que mantém seu nível de glicose alto para obter um bom rendimento. Pesquisas realizadas pelo laboratório de nutrição esportiva e do exercício da Universidade de Memphis, nos Estados Unidos, informam que o alimento, por ser natural, é tão bom como os geis energéticos quando consumidos antes, durante ou depois dos exercícios.

Benefícios - Composto basicamente por carboidratos (frutose e glucose) e com uma pequena quantidade de proteínas, vitaminas e minerais, o mel é ideal para fornecer energia rápida ao atleta, já que é absorvido pelo organismo sem demora.Similar a outros produtos industrializados consumidos antes e durante o exercício, o alimento é natural, com açúcares sem refinar e de fácil absorção pelo organismo. Desta forma, o mel atua com função digestiva, facilitando a captura de nutrientes, como o cálcio e o magnésio.O consumo de mel é recomendado não só porque fornece energia e outros nutrientes, mas também por ser antioxidante, curativo, regenerativo de tecidos e (até) calmante. Ele ainda melhora a circulação do sangue e pode atuar como descongestionante, anti-inflamatório, diurético e até no combate à anemia.

Como consumir - Caso queira integrar o mel a sua alimentação diária, opte pelo consumo logo pela manhã. Você pode adicionar à aveia e leite ou, ainda, com pão integral. Se preferir consumir ao longo do dia, adicione a pratos salgados. Combinando com óleo de soja, você pode saborear mel com carnes e saladas.Você também pode consumi-lo com torrada integrais, frutas e iogurtes. Vale lembrar que, por ser natural, o alimento acaba sendo mais indicado pelos nutricionistas. Se você busca perder peso, lembre-se que o consumo deve ser moderado, justamente pelo alto nível calórico.

Dica: tomar uma mistura de água com mel (uma colher de sopa ou 25g) a cada meia hora de treino funciona tão bem quanto um gel energético.Luciana de Oliveira, nutricionista esportiva em Porto Alegre/Lenycia Neri, nutricionista esportiva e diretora da Nutri4life, de São Paulo.

FONTE:
O2 Por Minuto


GAMES PODEM MELHORAR AS FUNÇÕES CEREBRAIS

Segundo pesquisas recentes, jogar certos games pode reforçar o núcleo cognitivo do cérebro, ajudando a tomar decisões mais rápidas, a pensar de forma mais fluida e a evitar distrações prejudiciais. Mas essa opinião não é unanimidade entre os pesquisadores.

Embora a prática leve à perfeição, qualquer melhoria é limitada ao seu alcance. Por exemplo, praticar piano não faz de você um melhor jogador de basquete, mas pode te ajudar a aprender outros instrumentos. Jogar basquete traz benefícios cardiovasculares que melhoram o desempenho não só na quadra, mas também na piscina. Ou seja, o avanço musical é restrito ao campo musical e o avanço esportivo é restrito ao campo esportivo.

Da mesma forma, games podem ajudar determinados processos cognitivos que trazem benefícios para além do jogo. Mas devemos tomar cuidado ao afirmar que jogar melhora integralmente nossos cérebros. O tema é polêmico na comunidade científica, algumas pesquisas relatam que videogames são benéficos para o cérebro e outras dizem dizem o contrário.

Alguns experimentos revelam que as pessoas podem, sim, aumentar a velocidade da tomada de decisões através de videogames. Apesar dos jogadores serem mais rápidos em decisões do que os não jogadores isso também tem um preço: a precisão. Por um lado lentidão e precisão, de outro velocidade e incerteza. É difícil estudar conjuntamente velocidade e precisão. Por isso existem tantos resultados diferentes.

Existem muitas formas de melhorar suas habilidades cognitivas. Apesar dos benefícios potenciais em um game, muitas outras atividades como o exercício físico, sono adequado e socialização também podem melhorar sua capacidade cerebral. Como sempre, a recomendação sensata é a moderação. Aproveite o seu jogo, mas não em detrimento de outras atividades saudáveis.

FONTE:
Informativo Acadêmico

SERÁ QUE AS ATIVIDADES FÍSICAS NA INFÂNCIA TEM LIMITES?

Que os exercícios físicos trazem benefícios em todas as fases da vida, incluindo a infância, está mais do que comprovado. Em resumo, nessa fase, as atividades que exigem movimento fortalecem os ossos, os músculos e os órgãos, além de evitar a obesidade.

Outra vantagem está no reforço da imunidade. “Entre os benefícios estão o aumento do apetite, a melhora do sono, das condições respiratórias e do bem estar em geral, o que também ajuda a prevenir doenças”, explica o professor Valdomiro de Oliveira, do Departamento de Educação Física da Universidade Federal do Paraná, doutor em Pedagogia do Esporte. Por último, movimentar o corpo favorece a produção dos hormônios de crescimento.

No entanto, uma série de dúvidas cerca a prática esportiva nos primeiros anos. Muitos pais acreditam que alguns esportes podem afetar o desenvolvimento das crianças: ginástica olímpica é um exemplo clássico. De acordo com Oliveira, a preocupação tem fundamento, uma vez que crianças e adolescentes estão em fase de crescimento e, por isso, são menos resistentes a cargas e mais vulneráveis a lesões físicas. “O fechamento das epífises (extremidades) dos ossos pode ser acelerado com cargas de treinamentos excessivos, sendo que crianças e pré-adolescentes não suportam as adaptações necessárias principalmente para os exercícios de força, saltos e giros”, afirma o professor. Além disso, tal excesso poderia causar alterações hormonais e, de fato, afetar o crescimento. Mas esse efeito colateral está relacionado à intensidade e ao volume dos treinos de qualquer modalidade – não apenas da ginástica olímpica.

Outra crença comum é de que certos esportes, como natação e basquete, tornariam as crianças mais altas quando adultos. O professor Emilson Colantonio, do curso de Educação Física da Unifesp Baixada Santista, porém, esclarece que se trata apenas de um processo de seleção natural. “A altura final que uma pessoa irá alcançar é determinada geneticamente, independentemente da modalidade física que ela praticar. A natação, uma vez que não propicia nenhum tipo de estresse mecânico e não sofre a ação da gravidade, realmente deixa o aparelho motor livre. Mas não chega a alterar o potencial genético”, afirma Colantonio, que é doutor em Biodinâmica do Movimento Humano. No entanto, obviamente, os treinadores dão preferência a perfis mais adequados a suas categorias, segundo Colantonio. 

“E convenhamos que nas práticas onde é necessário estar próximo ao solo, como a ginástica rítmica, ser pequeno é uma grande vantagem”, conclui.

Diversão com segurança
Como seu filho pode tirar proveito dos esportes desde cedo sem riscos para o desenvolvimento, então? Em primeiro lugar, é necessário evitar sobrecargas inadequadas à faixa etária da criança. As atividades físicas devem ser realizadas desde cedo, até porque as crianças se expressam pelo movimento. A iniciação esportiva, no entanto, tem de começar entre os 5 e 6 anos de idade, e de maneira lúdica. “Até a puberdade, elas devem apenas ‘brincar de’ e não treinar de verdade”, alerta Colantonio, da Unifesp. Isso porque cobranças por resultados podem levar à desistência precoce, considerando que as crianças não estão psicologicamente preparadas para tanto.

E, em vez de se especializar em apenas uma prática desde pequeno, quanto mais esportes o seu filho tiver acesso, melhor. O “rodízio”, de acordo com os especialistas, favorece o que eles chamam de ampliação do acervo motor da criança e o prazer pela prática esportiva. 

Assim, ao ter a oportunidade de desenvolver todas as suas habilidades, aumentam as chances de a criança se tornar um adulto ativo e saudável.

Neurônios trabalhando
A prática de exercícios físicos também favorece o desenvolvimento cerebral, em todas as idades. Uma pesquisa realizada pelo Departamento de Cinesiologia (ciência dos movimentos do corpo humano) e Saúde Comunitária da Universidade de Illinois (EUA) com 220 crianças de 7 a 12 anos no ano passado, por exemplo, provou que correr, saltar, brincar de pega-pega, jogar bola, entre outras atividades que exigem movimento, melhora o desempenho escolar. 

Para chegar a tal conclusão, os cientistas dividiram os alunos em dois grupos. Ao longo de nove meses, o primeiro manteve as mesmas atividades após o horário das aulas, enquanto o segundo participou de brincadeiras como futebol e pega-pega. Ao fim do ano letivo, todas foram submetidas novamente a testes físicos e cognitivos. E pasme: os resultados do segundo grupo foram melhores em todos. A explicação, de acordo com os cientistas, estaria relacionada a mudanças na liberação de neurotransmissores, entre outras substâncias, que promovem o aprendizado e a sobrevivência dos neurônios.

FONTE:
Revista Crescer

QUAL O SELIM CORRETO?

Qual o selim correto?
O ciclismo é um esporte no qual o atleta se conecta à bicicleta em três pontos: guidão (mãos), selim (glúteo) e pés (pedais). O perfeito ajuste entre esses três pontos permite variações de comprimentos e ângulos. 
Muitas pessoas atribuem o fato de não terem se adaptado ao ciclismo por sentirem fortes dores no glúteo, joelho, dormência nos pés e mãos, desconforto na região da coluna, pescoço e lombar, entre outras. Essas dores estão em sua maioria relacionadas a um mau ajuste do ciclista à bici, ou a uma escolha incorreta dos componentes. 
Modalidade 
Mulheres apresentam ?quadril? mais largo do que os homens, com isso apresentam tuberosidades do ísquio mais distantes e consequentemente seus selins serão mais largos. Outro fator a ser levado em consideração é que o giro do quadril delas é maior, assim, a distância entre a ponta do selim até a sua base são menores e mais macios na porção de contato com a região genital. 
Os selins vazados aliviam a pressão na região do períneo, mas quando não apresentam tecnologia e material para isso, cedem com facilidade, tornando-se curvados e, ao invés de aliviar a pressão, passam a aumentá-la. Por outro lado, alguns modelos ?não vazados? são fabricados com material e tecnologia que oferecem um alívio da pressão na região do períneo tão ou mais eficientes que os vazados. 
A verdade é que o selim adequado no posicionamento adequado não oferecerá nenhum desconforto. 
Dentre esses componentes, o selim está associado a uma enorme gama de reclamações em relação ao incômodo ou desconforto. Atualmente, o mercado oferece uma variedade enorme de tamanhos, comprimentos, larguras, formatos, materiais (gel, espuma, etc) e com isso fica ainda mais difícil saber qual é a melhor opção. 
Quando o selim encontra-se desajustado ou inadequado, a distribuição do peso entre os três pontos (guidão, selim e pedais) tende a ficar desarmônica, já que devido ao incômodo na região do glúteo, o ciclista aplica mais força no guidão e nos pedais para aliviar o incômodo do selim, provocando assim dormência nas mãos e pés. 
Mas lembre-se de que a escolha do selim é personalizada. Não é porque você viu alguém pedalando determinado modelo ou seu companheiro de pedal utiliza "tal" modelo e não sente nenhum incômodo que esse selim será adequado para você. Por isso, a sugestão é trabalhar essa escolha juntamente com um Fitter (profissional em Bike Fit). Um bom estúdio Bike Fit disponibiliza aos clientes uma bancada com diferentes formatos para que após a avaliação do atleta ele possa testar em sua bike o modelo indicado antes de comprá-lo. 
Na escolha do selim ideal é preciso levar em consideração alguns aspectos: 
Em cada modalidade o ciclista assume diferentes posicionamentos. Por exemplo: em um bike de triatlo ou contrarrelógio, os ciclistas tendem a assumir posicionamentos com ângulos menores de curvatura do tronco em relação ao solo, ficando praticamente deitados sobre a bike, então, devem utilizar selins completamente diferentes dos atletas que pedalam em uma mountain bike, pois essas apresentam uma geometria diferente, em que a caixa de direção é mais alta, fazendo com que o atleta pedale com o tronco mais elevado. Baseado nessas diferenças, os selins de speed/road, triatlo/time trial, moutain bike ou recreativo/lazer, possuem particularidades que devem ser respeitadas. 
Distância dos Ísquios 
Esse ponto é de fundamental importância para a escolha correta. Com equipamento apropriado é feita a medida da distância entre tuberosidades dos ísquios para determinar a largura correta do selim. 
Grau de flexionamento 
Quanto menos flexão o ciclista tiver, menos inclinado seu tronco poderá ser posicionado sobre a bike. Da mesma forma, quanto mais flexão o ciclista tiver, mais seu tronco poderá ser inclinado, assumindo posturas de alta performance. Assim, é possível variar entre selim plano e estreito, para os mais flexíveis, até os selins mais curvados lateralmente e macios na parte central, para aliviar a pressão na região genital dos menos flexíveis. Nesse ponto é preciso tomar muito cuidado, pois diferente do que muitos acreditam, selins muito macios e com material inadequado tendem a ceder com o tempo aumentando a pressão na região do períneo. 
Circunferência abdominal
Embora muitos afirmem que estar magro ou gordo não interfere na escolha do selim, deve-se levar em consideração que quanto maior a circunferência abdominal, maior a dificuldade de se inclinar sobre a bike. 
Mulher 
Nove em cada dez mulheres reclamam do selim ao entrar no Estúdio Bike Fit. Isso se deve ao fato de que praticamente todas elas utilizam selim masculino. Embora a grande maioria não saiba, existem diferenças entre selim para homens e mulheres. 
Usar selim vazado ou não? 
Embora não existam estudos científicos que provem a relação entre ciclismo e problemas urológicos, esse medo sempre paira sobre a cabeça dos ciclistas. Com isso, alguns modelos são vazados na porção de contato com o períneo. Esses modelos de selins masculinos, quando utilizados por mulheres, agravam ainda mais o desconforto devido às diferenças anatômicas entre homens e mulheres. 
FONTE:
REVISTA BICICLETA

VOCÊ QUE ESTA GRAVIDAS, SABIA QUE VOCÊ PODE TREINAR ATÉ O DIA DO PARTO?



Tanto atividades de musculação quanto os ergométricos (esteira, bicicleta) podem ser feitos, e se a gestação é saudável eles podem continuar até o dia do parto, desde que com acompanhamento de um especialista.

Cuidar do corpo e da saúde é essencial em qualquer idade. O sedentarismo já provou ser o mal do século, que causa doenças e pode até matar. Quem gosta de exercícios não consegue ficar sem, e uma das grandes dúvidas que aparece durante a vida de quem malha é: durante a gravidez, como manter a forma e a saúde sem prejudicar o bebê e a criança?

O Personal Trainer Antônio Felipe Morais, que trabalha com grávidas há seis anos e com musculação há seis, afirma que não é necessário parar as atividades físicas durante a gestação, e isso pode até ajudar durante os nove meses e o parto. “Uma gestante pode começar qualquer atividade física a partir de doze semanas de gestação”, afirma.

Tanto atividades de musculação quanto os ergométricos (esteira, bicicleta) podem ser feitos, e se a gestação é saudável eles podem continuar até o dia do parto, desde que com acompanhamento de um especialista.

“Devemos levar em conta a homeostasia do organismo, sendo que os batimentos e a temperatura corporal tem que ser chocados o tempo inteiro do treinamento”, comenta o personal. A ‘Homeostasia’ é o equilíbrio entre as funções do organismo.

Felipe comenta que é difícil especificar os exercícios que beneficiam as gestantes, pois isso varia de acordo com a individualidade fisiológica de cada um. “Porém, evite exercícios que pressionem a região pélvica e/ou abdominal”, explica.

Dentre as outras recomendações, está a necessidade de trabalhar a forma correta de respiração, “e é importante que se tenha uma vida saudável antes, durante e depois da gestação. Uma mulher ativa antes da gestação será uma gestante ativa”.

O exercício beneficia também através do quesito químico. Felipe explica que ele libera hormônios de bem estar, alivia a tensão pré-natal e fortalece a gestante para um parto normal.

“O mais importante é ressaltar que é preciso fazer o pré-natal na gestação e que os exercícios tenham o acompanhamento de um profissional ligado ao CREF”, finaliza o personal trainer.

FONTE:
site Olhar Direto

VOCÊ JÁ ATINGIU O AUGE DA SUA VIDA?

Na tentativa de descobrir as resposta, a BBC Future vasculhou a literatura médica para analisar a fundo como vários aspectos do nosso corpo se modificam ao longo da vida – da memória à sexualidade.
Enquanto a forma física declina com a idade, o conhecimento e a libido permanecem.

Dizem que a vida começa aos 40. E que os 60 são os novos 50.
Mas qual é a verdade? Qual é a melhor idade para se ter?

Na tentativa de descobrir as resposta, a BBC Future vasculhou a literatura médica para analisar a fundo como vários aspectos do nosso corpo se modificam ao longo da vida – da memória à sexualidade.

E ficamos positivamente surpresos com o que desvendamos.

Forma física
Para atividades que exigem explosões de energia rápidas e repentinas – como correr os 100m rasos ou praticar arremesso de peso –, o melhor é estar na casa dos 20 anos, já que o declínio dessa capacidade vem logo depois disso. Jogadores de futebol podem chegar a esse ponto até antes.

Já atletas mais velhos têm um desempenho melhor em modalidades de “ultra-resistência”, como corridas muito longas. Mesmo depois dos 30 ou 40 anos, a queda é suave e gradual.

Sunny McKee, por exemplo, comemorou seu 61º aniversário competindo em seu primeiro Ironman, famosa prova de triatlo que combina uma maratona tradicional (42 km) com 4 quilômetros de natação e 180 quilômetros de ciclismo.

A realidade mostra que muitos praticantes desse tipo de esporte se tornam tão “viciados” que permanecem ativos até seus 70 e tantos anos.

Memória
Exercícios como a dança podem trazer benefícios duradouros à saúde física e mental
Após os 20 anos, nossa capacidade de incluir novas informações na memória entra em decadência. Aliás, é possível que a memória tenha começado a perder seu brilho até mesmo antes de terminarmos o ensino médio.

Já nossa memória de trabalho (ou memória de curto prazo) – como, por exemplo, se lembrar de instruções para chegar a algum lugar – se mantém estável por mais tempo, mas cai gradualmente depois dos 40.

Outra má notícia: é nessa idade também que deixamos para trás o auge da nossa criatividade. Prova disso é que a maioria dos ganhadores do prêmio Nobel fizeram suas descobertas por volta dos 40 anos.

Além disso, a substância branca do cérebro, responsável pelas conexões de longa distância que formam as “supervias expressas” de informação, tende a começar a diminuir com a idade. Isso poderia fazer o cérebro funcionar mais lentamente, de maneira geral.

Conhecimentos
Apesar da perda de memória, aprendizado e raciocínio social melhoram com o tempo
Mas há um lado positivo. Apesar de os fatos demorarem um pouco mais para serem assimilados, outras habilidades continuam se desenvolvendo – a compreensão escrita e a aritmética, por exemplo, melhoram até a chamada meia-idade.

O raciocínio social – a capacidade de navegarmos através das complexidades de nossas amizades – atinge seu apogeu ainda mais tarde.

Isso quer dizer que nossas habilidades mentais melhoram e decaem em ondas – uma passa, mas outra vem logo em seguida. “Não existe nenhuma idade em que estejamos no auge de tudo – nem na maior parte das coisas”, afirma Josh Harshorne, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, que conduziu boa parte da pesquisa.

Sexualidade
Estudo mostra que 30% das pessoas saudáveis de 65 a 74 anos fazem sexo semanalmente
Se filmes e novelas servissem de parâmetro da realidade, pessoas de 20 a 30 e poucos anos viveriam uma orgia contínua. Mas a verdade é que nem o desejo sexual nem a atividade sexual despencam rapidamente até pelo menos os meados dos 50.

E até nessa idade, o declínio está longe de ser vertiginoso. Segundo um estudo que examinou “a expectativa da vida sexual ativa”, homens com 55 anos hoje podem esperar 15 ou mais anos de sexo relativamente frequente, enquanto as mulheres dessa idade ainda têm pouco mais de uma década de relações sexuais frequentes pela frente.

O ato sexual pode não ser vigoroso como já foi, mas de acordo com o estudo, 30% das pessoas saudáveis com idades entre 65 e 74 anos ainda fazem sexo pelo menos uma vez por semana.

Além disso, a queda no desejo sexual traz outras compensações. Quando a libido começa a cair, o prazer de viver aumenta. Isso pode ser um paradoxo, já que a saúde física gera tantas reclamações conforme envelhecemos.

Mas isso pode ser parcialmente explicado pelo fato de uma pessoa finalmente ter aprendido a equilibrar suas emoções após o tumulto das décadas anteriores.

Elixir da juventude?
Sendo assim, o que podemos aprender com esses dados? A grosso modo, que o pico sexual ocorre aos 20 e poucos, o auge da forma física aos 30 e poucos, a mente aos 40 e 50 e a felicidade aos 60. Mas isso são apenas médias, e cada pessoa tem uma trajetória diferente.

Por isso, o mais importante é reconhecer que a idade traz doses parecidas de altos e baixos. 

Ou seja, não existe um auge definitivo na vida.

A boa notícia, no entanto, é que alguns dos aspectos negativos do envelhecimento podem ser evitados ao máximo. O exercício, principalmente, não só melhora a forma física e afasta doenças como a diabete e o câncer, como também reforça a memória.

As pessoas saudáveis também costumam aproveitar até cinco anos a mais de atividade sexual na terceira idade do que quem sofre de alguma doença.

Psicólogos também estão percebendo que a atitude mental também tem um papel importante. Por isso vemos pessoas que dizem se sentirem mais jovens do que realmente são – e uma perspectiva juvenil as torna mais ativas e mais longevas.

Nada pode reverter o envelhecimento. Mas ao mapearmos o terreno e reconhecermos os altos e baixos da vida, podemos ao menos ter uma viagem mais prazerosa. É o mais perto que podemos chegar de um elixir da juventude.

FONTE:
site BBC Brasil

COMO NÃO TER UM PNEU DA BIKE FURADO?

Ih, furou o pneu? 

Essa é uma questão que assola quem pensa em adotar a bike como meio de transporte para ir trabalhar. 

São dois os problemas, atraso e saber trocar o pneu. Além de ter que carregar o kit para tal. 

Levar uma câmara sobressalente na bolsa de selim juntamente com as espátulas não é complicado. E para facilitar, usar pneus de kevlar facilita a troca. Com um pouco de prática em menos de 10 minutos tudo é resolvido. Mas se você é uma ciclista, já deve estar olhando nas unhas e pensando se elas resistiriam a uma troca de câmera logo cedo. 

Bom, neste caso, o melhor é não furar. Para isso só há uma solução: pneu sólido. Sim, eles existem. Não precisa calibrar e não tem o que furar. Agora eles são finos e só servem para asfalto, além de serem duros e muito chatos para colocar na roda. Mas isso você pode deixar para a bicicletaria. 

Outra opção são os chamados Mr. Tuff. Uma cinta de material super resistente que vai dentro do pneu entre a carcaça e a câmara. Quando bem colocada, ela evita que o pneu fure por pregos ou objetos cortantes. Mas, neste caso, dois cuidados têm que serem tomados, manter o pneu sempre bem calibrado para que não haja deslocamento interno e, de vez em quando, dar uma checada no pneu para ver se não há um prego instalado nele. Sabe com é, a cinta evita, mas prego que tanto fica, um dia, acaba furando. 

E a terceira opção são os novos pneus que já vem com esta conta instalada dentro da carcaça. Neste caso, só o preço é que pode ser problema. Resumindo, medo de pneu furado já não é mais desculpa para você não ir ao trabalho de bicicleta. 

FONTE:
Nois Pedala

5 MITOS SOBRE O FITNESS

A prática regular de exercício físico, especialmente de musculação, é ainda vista com algum ceticismo. Os mitos no fitness nascem, vão-se enraizando mas está na hora de os desvendar.

Na hora de emagrecer e de ser ativo para um corpo e saúde melhores, são muitas as dúvidas e mitos que pairam no ar. A prática regular de exercício físico, em especial aquela que é banalmente relacionada com o culturismo, é ainda vista por muitos com ceticismo, que argumentam usando falsas premissas e teorias antepassadas. Mas está na altura de desvendar essas mesmas teorias e falácias que afastam as pessoas dos ginásios sem um motivo fundamentado para tal.

Segundo o The Telegraph, são estes os cinco principais mitos relacionados com o fitness:

1. Comer menos para emagrecer:Contar calorias não é saudável, nem prático, nem tão pouco correto. É importante ter atenção ao valor calórico ingerido em cada refeição, mas os números não devem ser vistos como barreiras ou obstáculos. Nem como entraves à alimentação. Se o objetivo é perder peso, para gastar calorias é preciso, primeiro, ingeri-las e saber quais os melhores alimentos a comer. Além disso, comer menos implica a receção de menos nutrientes, vitaminas e minerais, levando o corpo ao estado de fadiga com mais facilidade.

2. Levantar pesos faz ganhar volume:Nem sempre pegar numa barra de ferro é sinónimo de músculos grandes, pelo contrário, é sinônimo de músculos tonificados e livres de gorduras camufladas. Tal como o cardio – ou até mesmo melhor – a musculação é excelente para a perda de peso e gordura localizada, proporcionando um treino mais intensivo dos músculos, que ficam mais fortes e duros sem que para isso fiquem maiores.

3. Cardio é o melhor amigo para queimar gordura:Diz o The Telegraph que este é outro dos mitos mais comuns no mundo do fitness. Tal como escrito no ponto anterior, a musculação pode ser uma excelente forma de queimar gordura, tal como os exercícios cardiovasculares e aeróbicos. Contudo, os exercícios de cardio além que queimarem gordura, queimam também músculo, fazendo com que estes fiquem mais fracos e propensos a lesões.

4. Gordura e carboidratos engordam:As dietas pobres em gordura e carboidratos são dietas que não proporcionam energia, que privam o corpo de nutrientes e minerais necessários ao seu bom funcionamento. Segundo a publicação, os carboidratos são o melhor combustível para o corpo, assim como as gorduras boas são cruciais para o sistema imunitário. O ideal é equilibrar o consumo destes dois tipos de alimentos.

5. Levantar pesos leves é suficiente para tonificar:Para um corpo tonificado não basta apenas queimar a gordura em torno dos músculos, como também estimulá-los e trabalhá-los de forma continua. E não é com pesos leves que lá se vai. Diz a publicação que o levantamento de peso não deve ser feito até à exaustão do atleta mas sim num plano balanceado entre sets com pesos elevados – que levem ao esforço máximo – e sets com pesos mais leves, de forma a melhorar a postura sem que o músculo pare.

FONTE:
Noticia por minuto

ESCOLA X OBESIDADE INFANTIL

Na escola cabe ao professor de educação física estimular o movimento que venha a trazer benefícios na aptidão física dos alunos e, fora do horário escolar o movimento deve ser estimulado pelos familiares.

O Brasil e o mundo passaram por algumas mudanças ao longo dos séculos, que chamamos de transição epidemiológica, as quais aumentaram a expectativa de vida da população. Nos países desenvolvidos, além da contínua melhoria dos níveis nutricionais da população, a redução da taxa de mortalidade deveu-se ao controle das doenças infecciosas, à melhoria dos serviços de saneamento e da vigilância sanitária.

O declínio da mortalidade por doenças infecciosas tende a beneficiar os grupos mais jovens da população, e no Brasil observamos a transição nutricional, onde os índices de desnutrição se reduzem e as pessoas começam a ter mais acesso a alimentação. Com a modernidade, a obesidade e o sobrepeso surgem em virtude de fatores genéticos, comportamentais e ambientais.

A alimentação demasiadamente calórica e de baixo índice nutricional, o estilo de vida pouco ativo, as comodidades tecnológicas, o incentivo ao consumo pela mídia e o aumento da violência que sujeita crianças, adolescentes e adultos a ficarem mais tempo em casa, contribuem para o excesso de peso.

Observa-se que hoje as crianças e adolescentes se movimentam menos nas aulas de educação física, assim como fora do horário escolar. Na escola cabe ao professor de educação física estimular o movimento que venha a trazer benefícios na aptidão física dos alunos e, fora do horário escolar o movimento deve ser estimulado pelos familiares.

A escolha do ambiente escolar para a promoção de hábitos de vida saudáveis também deve ser encorajada, por ser um local de intenso convívio social e propício para atividades educativas. Os comportamentos relacionados à saúde, como a prática de atividade física, são, em grande parte, incorporados na infância e adolescência e tendem a manter-se na idade adulta, o que confere atenção especial a essa parcela da população na prevenção de doenças, obesidade infantil e agravos não transmissíveis.

Liliane Locatelli é supervisora de Educação Física da Secretaria Municipal de Educação de Pelotas e professora na Faculdade Anhanguera.

FONTE:
Maxpressnet

TOMAR O DESJEJUM AJUDA A PREVENIR DOENÇAS

Pular o café da manhã ou substituir a refeição por alimentos pouco nutritivos e ricos em gordura, como coxinha com refrigerantes, traz riscos à saúde. O alerta é do programa Meu Prato Saudável, em parceria do Instituto do Coração (Incor) com a LatinMed Editora em Saúde.

O hábito de tomar o café da manhã está relacionado com a moderação da ingestão calórica diária, e pode prevenir doenças como diabetes e hipertensão arterial e doenças associadas ao ganho de peso.

“Ficar em jejum pode levar a uma redução na taxa do metabolismo e, com isso, dificultar a realização do trabalho e outras atividades do dia a dia, devido à baixa oferta de energia”, afirma a médica e diretora-executiva do Meu Prato Saudável, Elisabete Almeida.

Na primeira refeição, considerada por muitos a mais importante do dia, devem ser consumidas fibras, através da ingestão de cereais, frutas frescas e sucos naturais.

A especialista diz não haver problemas sobre o consumo moderado de café puro, já que a cafeína tem efeito termogênico, principalmente se for ingerido antes do exercício físico. 

Também é responsável por aumentar o estado de alerta e diminuir a fadiga mental. O efeito irá ocorrer em média depois de 30 a 60 minutos após a ingestão.

O café da manhã também tem a função de repor a energia que foi perdida durante o sono. 

Tanto os adultos como as crianças que consomem café da manhã regularmente tendem a ter um peso corporal mais saudável do que os que pulam o café da manhã.

FONTE:
 A Tribuna

OS 10 ALIMENTOS QUE MELHORAM O DESEMPENHO ESPORTIVO

É comum que as pessoas que praticam exercícios associem a fadiga a um problema cardíaco, pulmonar ou muscular. Um número cada vez maior de estudos, no entanto, indica que boa parte do cansaço é determinada pelo cérebro. Ou seja, o humor influencia o resultado final do exercício. Samuel Máncora, pesquisador da Universidade de Kent, Inglaterra, realizou uma série de experimentos que confirmam isso. 

Graças a essas pesquisas, sabemos hoje que o cérebro é um fator fundamental na melhoria do desempenho físico. É por isso que os psicólogos esportivos aconselham treinar tanto a mente como o corpo, e colocar em prática certas estratégias de automotivação que permitam otimizar a função geral do cérebro. Criar hábitos alimentares saudáveis é uma dessas estratégias. 

O corpo é uma máquina que precisa da energia fornecida pelos alimentos para se movimentar e se recuperar. Quanto melhor é a alimentação, maior é o rendimento. A dieta de qualquer atleta deve incluir três elementos fundamentais: carboidratos, proteínas e gorduras. Por exemplo, se um atleta pratica musculação, é essencial consumir proteínas antes e depois da atividade, para que o organismo produza os aminoácidos que reparam e fortalecem o tecido muscular. Se o exercício for aeróbico, o fator essencial será a hidratação (embora seja importante tomar água ao longo de toda a atividade física). 

Quem treina regularmente deve consumir a quantidade adequada de antioxidantes, proteínas, carboidratos, Omega-3 e vitaminas. 

Confira alguns alimentos que contêm esses elementos: 

AMÊNDOAS - Fonte rica em vitamina E, são antioxidantes ideais para prevenir dores musculares. Atuam protegendo as membranas celulares do cérebro, afetadas por dietas excessivamente ricas em carboidratos refinados, como açúcar ou farinha branca. As amêndoas devem fazer parte de uma dieta balanceada pois são uma combinação natural de proteínas e gorduras saudáveis. 

BANANA - Fundamental para evitar cãibras e espasmos musculares, também é uma boa fonte de energia devido à combinação de três açúcares: sacarose, frutose e glicose. Também é rica em potássio, que ajuda a manter o ritmo cardíaco, enviando oxigênio ao cérebro e regulando o equilíbrio de água no corpo. 

SALMÃO E ATUM - São ricos em proteínas e Ômega-3, óleo essencial que previne inflamações e doenças cardíacas, além de melhorar a capacidade cognitiva e a memória. 

VERDURAS E LEGUMES - Alface, brócolis, escarola, espinafre e aipo são algumas das opções para preparar uma salada verde com grande quantidade de antioxidantes, que reduzem o risco de Alzheimer e outras doenças. 

OVOS - Fornecem os aminoácidos necessários para o trabalho muscular. Além disso, a composição da gema ajuda a manter saudáveis os neurotransmissores do cérebro. 

MASSA INTEGRAL - Tem alto teor de carboidratos de fácil digestão, que ajudam a repor a energia rapidamente. 

PROTEÍNAS DO SORO - Presentes no leite e outros laticínios, como iogurte, ajudam a acelerar e melhorar o processamento e a circulação do oxigênio no cérebro. Por esse motivo, as vitaminas com leite, feitas no liquidificador, são uma boa opção antes e depois dos exercícios. 

CHOCOLATE - O chocolate meio amargo é antioxidante e uma ótima fonte de energia; sua ingestão reduz o colesterol, equilibra a pressão arterial e previne inflamações. Além disso, aumenta o fluxo de sangue para o cérebro. 

CEREAIS - Combinar diferentes tipos de grãos é altamente benéfico para quem pratica exercícios, já que fornecem proteínas livres de gorduras saturadas - permitindo melhor oxigenação e aceleração do metabolismo - e fibras. A quinoa, por exemplo, contém o dobro de proteínas de um cereal tradicional, gorduras boas, vitaminas, minerais, carboidratos que aceleram o processo de digestão e os oito aminoácidos que o corpo precisa para formar músculos e recuperar-se depois dos exercícios. 

LARANJA - Contém muita vitamina C e facilita a absorção do ferro, evitando o cansaço muscular. Além disso, contém ácido fólico, que permite o bom desenvolvimento do cérebro. 

FONTE:
Discovery Brasil

EXERCITAR PÓS OS 50 ANOS TRAZ SAUDE AO CÉREBRO

Nos Estados Unidos, um estudo confirmou que fazer exercícios não é bom apenas para o corpo. Os cinquentões que costumam malhar ficam com o cérebro muito mais saudável quando chegam à terceira idade.

Você pode achar que estava na hora de queimar umas calorias ou de fazer ‘aquele agrado no coração. Mas é muito mais! O cérebro, que comanda todas essas ordens, pode estar agindo em causa própria, e não há nada de mau nisso.

A conclusão é de pesquisadores do instituto nacional do envelhecimento dos Estados Unidos. Por mais de dez anos, eles acompanharam 146 adultos, com média de idade de 69 anos. O grupo passou por testes de esteira para medir a capacidade cardiorrespiratória e também fez exames de ressonância magnética, que detectaram as mudanças no cérebro ao longo do tempo.

Os resultados mostraram que quem fazia exercício aos 50 anos tinha agora um volume maior de duas áreas do cérebro ligadas à memória. Em média, o cérebro de adultos que fazem exercícios pode se manter saudável por 20 anos a mais do que o de quem não faz, diz a pesquisadora Qu Tian, e esses benefícios podem se manter ao longo do tempo.

Neurologistas que não participaram do estudo disseram que ele confirma o que outras pesquisas apontavam, mas que uma pergunta continua no ar: são os exercícios que deixam as pessoas mais inteligentes, mais vigorosas? Ou são as pessoas mais inteligentes que tendem a se exercitar mais?

O cientista Luigi Ferucci concorda que é preciso aprofundar as pesquisas: “O que importa agora é espalhar a mensagem: fazer atividade física 30 minutos, pelo menos cinco vezes por semana, pode ter um efeito positivo no cérebro na velhice”, diz.

FONTE:
Globo.com

PARA UMA FRENAGEM MELHOR

Para uma melhor frenagem

Uma das técnicas mais importantes que deve ser dominada em qualquer modalidade do ciclismo é saber frear 

Confira as dicas abaixo e pratique. Como qualquer técnica, a prática leva à perfeição. Tipos de freios 

Ajuste correto De nada adianta ter o melhor freio do mercado, se ele não estiver ajustado corretamente. O ajuste mais importante está na posição das alavancas de frenagem e existem três fatores para se considerar: 

Posição no guidão As alavancas de freio devem estar em uma posição que permita seu acionamento com o dedo indicador na sua parte mais externa. É importante acioná-las pelas pontas, pois é onde há maior alavanca mecânica, aumentando a força exercida pelos freios. 

Ângulo de acionamento As alavancas não devem estar nem na horizontal e nem na vertical em relação ao solo, mas sim em uma posição em que seu antebraço, punhos, mão e dedo indicador formem uma linha reta ao frear. Dependendo do seu corpo, da modalidade e da sua posição na bike esse ângulo será diferente. Comece usando 45 graus como referência; depois ajuste conforme sua necessidade. 

Altura da alavanca O ideal é que o ponto de frenagem máxima (onde você não consegue mais apertar a alavanca) seja na metade do caminho entre seu dedo indicador totalmente esticado e totalmente dobrado. Se, para atingir este ponto, você não precisar dobrar muito o dedo, significa que não está exercendo toda a sua força; se, para atingir este ponto, você precisar dobrar muito o dedo, não poderá apoiá-lo na alavanca quando o freio não for usado, ou poderá não usar todo o potencial do freio, principalmente com o desgaste das pastilhas. O normal é ter o freio traseiro do lado direito do guidão e o dianteiro do lado esquerdo. Quem anda de moto pode estranhar e inverter o lado, porém, se você não tem nenhum motivo realmente importante para usar os freios invertidos, deixe-os na posição normal. 

Freie apenas com o indicador Fora das competições, seu freio deve permitir que suas rodas travem, ou estejam a ponto de travar, com as alavancas sendo acionadas apenas com o dedo indicador. Usar dois dedos em situações extremas ou quando você já está cansado ainda é aceitável. Se você precisa usar mais de dois dedos para frear é hora de pensar em um upgrade nos seus freios. 

Manutenção em dia Como em qualquer peça da bike, a manutenção dos freios é essencial. Aros e discos podem empenar, cabos de aço e qualquer parte de metal podem oxidar, sapatas de borracha e pneus podem ressecar e as pastilhas de freio se desgastam com o uso. 

Conheça sua bike e seu freio Freios iguais em bikes diferentes podem ter reações diversas. Parar a bike é um resultado não só dos freios, mas também da suspensão, terreno, distribuição de peso, pneus e velocidade. Conhecer como os seus freios funcionam com a sua bike é essencial. O ideal é separar um tempo e ir em algum lugar isolado para experimentar. Tente parar a bike o mais rápido possível, mas sem travar as rodas. Pratique com diferentes velocidades, terrenos e com o corpo em posições diferentes. Não esqueça o capacete! 

Posição do corpo ao frear Fique em pé, jogue sempre seu peso para trás, alivie o peso das suas mãos e aumente o peso nos pedais, com a ponta dos pés apontando pra cima. Quanto mais íngreme for uma descida, mais importante é exagerar essa posição. No mountain biking é comum ver os pilotos com o corpo tão pra trás que o selim chega a ficar perto do tórax! Essa posição é super importante porque melhora a tração para a frenagem ? é mais difícil a roda derrapar - e principalmente evita que em um caso extremo o piloto seja lançado por cima do guidão. No caso de uma colisão é menos perigoso cair atrás da bicicleta do que ser lançado por cima dela. 

Freio Dianteiro, seu melhor aliado Muitos iniciantes têm medo do freio dianteiro e isso é compreensível, já que travá-los de maneira incorreta pode fazer com que você decole por cima da bicicleta. Porém, ele contribui com 70% do poder de frenagem total da bike! É essencial perder o medo do freio dianteiro. Em terreno liso, freando na posição correta é difícil ser lançado da bicicleta, mesmo travando-o. 

Aproveite a modulação Essa é uma das características mais importantes de um freio. Quanto maior a modulação, mais gradativamente ele consegue desacelerar a roda sem travar. Ou seja, o ciclista consegue ter controle total do quanto quer frear. Conheça bem o poder e limite dos seus freios. Tente sempre frear leve e aumentar a força conforme a necessidade. 

Maneiras de Frear Seja qual for a maneira usada para frear, nunca se deve travar as rodas se o objetivo é parar a bike com segurança. A roda travada poderá seguir qualquer sentido ao atingir obstáculos, já que não estará rolando para transpô-los. 

Usando apenas o freio dianteiro Em bicicletas de estrada, há quem defenda o uso apenas do freio dianteiro em paradas bruscas em linha reta, uma vez que o uso dos dois freios pode fazer com que a roda traseira tenha menos tração e queira derrapar para os lados. Porém, isso só funciona em asfalto seco, liso e em linha reta. Caso esteja chovendo, já existe um comprometimento na frenagem e passa a ser mais importante fazer as duas rodas perderem velocidade. Freios que também não possuem boa modulação e não sejam fortes, podem trazer risco nessa abordagem. Além disso, em descidas muito longas, você pode cansar muito usando apenas uma mão para frear o tempo todo. 

Outras dicas Muitas vezes temos a sensação de estar mais rápido do que realmente estamos. Olhe sempre mais para frente, nunca para baixo, e avalie bem a situação real. Não se desespere! Usando as técnicas corretas é possível frear com muita eficiência. Em trechos longos de descida é preciso tomar cuidado com o aquecimento dos freios e com a dor nas mãos. Freios aquecidos podem falhar. O ideal nesses casos é frear com mais força, mas soltar totalmente os freios, de maneira intervalada. 

Usando apenas o freio traseiro Não é uma boa opção, uma vez que representa apenas 30% do poder de frenagem total da bike. Simplesmente a bike não consegue parar rápido o suficiente. Pra piorar, por não frear o suficiente, o ciclista terá o impulso de apertar mais forte os freios fazendo com que a roda trave, podendo cair para os lados e desgastando mais os pneus. Uma situação em que o uso exclusivo do freio traseiro se justifica é nas trilhas, em trechos muito íngremes onde qualquer desaceleração da roda dianteira possa trazer risco de voar por cima do guidão. Outra situação é no caso do ciclista estar sem controle, fora da posição correta ou até com um pé fora do pedal, onde o uso do freio dianteiro poderia trazer ainda mais desequilíbrio. 

Usando os dois freios É a abordagem mais segura e, na maioria dos casos, mais correta. Ao usar os dois freios, as duas rodas são desaceleradas, o que trará sempre mais vantagens do que desvantagens em quase qualquer situação. De qualquer maneira, deve-se sempre lembrar que o freio dianteiro é mais poderoso e deve ser mais usado. Em trechos longos de descida é preciso tomar cuidado com o aquecimento dos freios e com a dor nas mãos. Freios aquecidos podem falhar. O ideal nesses casos é frear com mais força, mas soltar totalmente os freios, de maneira intervalada. 

No mountain biking Frear em trilhas acrescenta novas variáveis e maiores desafios. Por ser um terreno irregular, o uso do freio dianteiro precisa ser bem avaliado quando se freia em meio a pedras, buracos e raízes. A roda sempre deve estar em rotação para atropelar esses obstáculos, caso contrário eles poderão travar a bike e provocar um ?chão?. Também é preciso conhecer bem as suspensões da bicicleta. Ao frear, a suspensão tem uma tendência de endurecer ou ser acionada e nesses casos o amortecimento é comprometido, a geometria da bike sofre alteração e seu peso pode ser forçado a ir mais pra frente. É preciso ajustar e conhecer bem suas suspensões para tornar essas situações previsíveis. Outra característica é que o terreno permite que a roda derrape mais, tornando o uso dos freios mais sensível. Fique atento! 


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